A Expresso Princesa dos Campos, empresa com sede na cidade de Ponta Grossa-PR, adquiriu recentemente oito novos carros ao qual irão ampliar a frota dos Metropolitanos Vip os MVIP, que chega num total trinta e sete (37) carros na frota. Os novos carros vieram no modelo Viaggio 900 G7 da Marcopolo, e sobre os chassi Mercedes Benz OF-1724 L BlueTec5, este que é uma novidade para a empresa, que no ano de 2015 tinha adquirido um chassi da marca, mas no modelo OF-1721 L BlueTec 5.

Detalhe na porta do salão que recebeu um pistão para que o motorista abra a porta acionando um botão no painel.

Veículos que estão sendo trocados pelos MetroVip.

O 6592 chegou em meados de Setembro de 2015, sendo o primeiro com chassi Mercedes Benz, sendo este o OF-1721 L BlueTec 5.

Nova frota de MVIP, com chassi Mercedes Benz OF-1724 L BlueTec 5.

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Wagner Domingos Ivanesken

Wagner é motorista de ônibus da Empresa Expresso Princesa dos Campos e admirador de ônibus e transporte público desde pequeno. Trabalhou em empresas de Curitiba, como a Cristo Rei e Santo Antônio. Também foi o criador do blog Ivanbuss, onde publicava suas fotos e de amigos. Em 2012 juntou-se ao Ônibus de Curitiba e trouxe sua experiência para somar ao time do site.

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  • Denis Costa

    Engraçado que os Gulins só tem dinheiro pra renovar frota no seguimento rodoviário. Já os de Curitiba e RMC estão caindo aos pedaços….

    • Denis, apesar do sobrenome ser o mesmo, são grupos diferentes (porém mesma família, claro) e o próprio serviço é completamente diferente.
      Em Curitiba o serviço de concessão é gerenciado pela URBS, do poder público municipal. O que acontece aqui é que há uma liminar que impede a aquisição da renovação de frota até que ocorra o tão esperado equilíbrio econômico financeiro. As empresas podem até ter dinheiro para a renovação, mas enquanto não tiver o reequilíbrio, não terá carro novo. Aí quando falamos das empresas pequenas então, a situação fica mais complicada, pois com o número de usuários caindo dia após dia e a tarifa nada convidativa, o sistema entra num espiral de colapso.

      Já na questão do transporte rodoviário, especificamente neste caso do Metropolitano VIP, refere à linhas de concessão do governo do estado, gerenciado pelo DER. Como não há qualquer impedimento para a renovação de frota, a empresa assim faz, especialmente para angariar mais usuários, uma vez que a ocupação de assentos tem diminuído seguidamente.

      • Denis Costa

        Bem a região metropolitana é administrada por um órgão Estadual, a COMEC, tanto que as tarifas são diferenciadas pelos degrais tarifários: R$4,30, R$4,40, R$5,60, R$6,40 e por ai vai, ou seja, não é um serviço subsidiado pela URBS como era antes. As empresas não foram licitadas para o chamado lote 4 que compete a região metropolitana. Logo elas deveriam renovar a frota pois a liminar é referente ao contrato de concessão das linhas urbanas de Curitiba e não das metropolitanas.
        Mas o que se vê por aqui são só as empresas que operam nas linhas não integradas que tem comprados alguns carros zero, como exemplo a Castelo Branco, Piraquara, Antonina, Viação do Sul e Viação Colombo e mesmo estas tem comprado carros com mais de 10 anos para operar junto com estas, assim como fazem as empresas metropolitanas integradas, Santo Ângelo, Tamandaré, Araucária, São José dos Pinhais, Azul , que tem comprado carros usados para substituir parte da frota mais velha (carros de 1999 pra baixo) e Leblon que com o cancelamento da licitação de Mauá incorporou parte destes carros em sua frota e para Nobel (empresa do grupo) e outros alugou para Santo Ângelo e Araucária.
        O fato é: pagamos caro, as empresas não estão nem aí, tem essa liminar nem governo e nem prefeitura tomam a dianteira para resolver esse impasse.
        Enquanto isso, usuários sofrem com as quebras constantes desses carros, viajam dividindo lugar com as baratas e quando chove molha mais dentro do que fora… Enfim não é justo e não é certo.

        • Entendo. Mas Denis, deixa eu te dizer algo: as empresas estão aí sim. Sabe porquê? Porque o transporte público está ruindo no país inteiro, em todos os segmentos.
          Se a passagem está cara e o serviço está ruim, com veículos velhos, sujos, etc., o usuário não vai pagar para usar. Está ocorrendo uma verdadeira corrida contra o tempo para encontrar uma solução, mas infelizmente isso depende do poder público, sendo este o único responsável legal (detentor das concessões) pela organização, reformulação, modernização e inovação da operação! Do jeito que o sistema é regido hoje, ele é insustentável. Ou muda-se a base da operação ou as coisas ficarão cada vez pior. Para as empresas grandes o negócio já está apertado, quem dirá para as pequenas.
          E como podemos ver, tudo o que tem dependido do estado, está em ruínas. O mais recente é a PRF, uma entidade de imensa importância para toda a nação. Quem dirá o transporte público. Como eles mesmo dizem, “se não está bom, que compre um carro”.
          O que precisamos fazer é discutir e ser mais incisivo com o poder público, pois ele é o dono disso tudo e quem paga por isso é a gente 😉

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